
Documento relata últimos dias de vida de Eliza Samudio
Às 08h05
Uma carta de uma suposta testemunha do sequestro de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, que foi entregue à Rede Record Minas, será entregue na sexta-feira (16) às autoridades.
No documento, uma mulher diz ter cuidado do bebê da jovem durante o período em que ela ficou aprisionada num quarto do sítio do jogador em Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Ela relata como foram os dias que antecederam à sua morte e as agressões que a jovem sofreu. A suposta testemunha afirmou ter sido ameaçada de morte caso relatasse o que viu. Ela chegou a agendar uma entrevista com a reportagem, mas não apareceu.
Liberdade negada
A Justiça mineira negou, na quinta-feira (15), o pedido de habeas corpus feito pela defesa do goleiro Bruno e de outros cinco suspeitos de envolvimento no sequestro e morte de Eliza.
O pedido havia sido apresentado na quarta-feira (14) pelo advogado Ércio Quaresma. Além do ex-jogador do Flamengo, ele defende também Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, ex-mulher de Bruno; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Elenilson Vitor da Silva; Flávio Caetano de Araújo; e Wemerson de Souza, o Coxinha.
Além deste, outro pedido de liberdade para Bruno havia sido feito ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A solicitação partiu de um amigo do jogador, do Rio de Janeiro, e chegou à Justiça por e-mail. Ainda não há uma resposta para este apelo, que foi feito em 1ª instância.
Depoimentos
Na quinta-feira (15), o adolescente de 17 anos, primo de Bruno, deu continuidade ao depoimento que começou a ser prestado na quarta-feira (14). Desta vez, no entanto, o menor se calou durante as perguntas pela delegada Ana Maria dos Santos, no Ceip (Centro de Internação Provisória), zona leste de Belo Horizonte.
No documento, uma mulher diz ter cuidado do bebê da jovem durante o período em que ela ficou aprisionada num quarto do sítio do jogador em Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Ela relata como foram os dias que antecederam à sua morte e as agressões que a jovem sofreu. A suposta testemunha afirmou ter sido ameaçada de morte caso relatasse o que viu. Ela chegou a agendar uma entrevista com a reportagem, mas não apareceu.
Liberdade negada
A Justiça mineira negou, na quinta-feira (15), o pedido de habeas corpus feito pela defesa do goleiro Bruno e de outros cinco suspeitos de envolvimento no sequestro e morte de Eliza.
O pedido havia sido apresentado na quarta-feira (14) pelo advogado Ércio Quaresma. Além do ex-jogador do Flamengo, ele defende também Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, ex-mulher de Bruno; Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão; Elenilson Vitor da Silva; Flávio Caetano de Araújo; e Wemerson de Souza, o Coxinha.
Além deste, outro pedido de liberdade para Bruno havia sido feito ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A solicitação partiu de um amigo do jogador, do Rio de Janeiro, e chegou à Justiça por e-mail. Ainda não há uma resposta para este apelo, que foi feito em 1ª instância.
Depoimentos
Na quinta-feira (15), o adolescente de 17 anos, primo de Bruno, deu continuidade ao depoimento que começou a ser prestado na quarta-feira (14). Desta vez, no entanto, o menor se calou durante as perguntas pela delegada Ana Maria dos Santos, no Ceip (Centro de Internação Provisória), zona leste de Belo Horizonte.
Segundo o advogado do menor, Eliezer Jonatas de Almeida Lima, a postura do adolescente não foi uma orientação da defesa. Ele afirmou ter dito ao jovem "para fazer o que quisesse" e que ele se calou por vontade própria.
A mãe do adolescente chegou a Belo Horizonte no final da tarde de quinta e seguiu de aeroporto para a casa da avó de Bruno, sua mãe.
Também foi interrogado pela polícia na quinta-feira (15) o ex-policial civil Marcos aparecido dos Santos, conhecido como Bola. Ele é suspeito de ter estrangulado e esquartejado o corpo de Eliza.
Ele deixou o Departamento de Investigações de Belo Horizonte por volta das 20h escoltado pela polícia e seguiu direto para a penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG).
Nem a polícia, nem o advogado do suspeito falaram com a imprensa. Quando Bola chegou no local, ele negou todas as acusações feitas contra ele.
Quebra de sigilo telefônico
A Justiça decretou a quebra do sigilo telefônico de Bruno e de outros três suspeitos de envolvimento no caso: Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, Flávio Caetano Araújo e o adolescente de 17 anos, primo do goleiro.
O pedido foi feito pela delegada Alessandra Wilke, da Delegacia de Homicídios de Contagem. Com isso, a polícia pretende cruzar os telefonemas feitos entre os suspeitos.
Anteriormente, a juíza Marixa Rodrigues já havia determinado a quebra dos sigilos telefônicos da ex-mulher do goleiro Bruno, Dayanne Souza, de Eliza Samudio e de Luiz Henrique Romão, o Macarrão.
Tio de adolescente
O tio do adolescente de 17 anos disse, em entrevista a uma emissora de televisão na quinta-feira (15), que uma namorada de Bruno, a dentista Ingrid Calheiros, 24 anos, ligou para o adolescente e perguntou onde ele estava. A ligação foi feita no dia em que o jovem chegou à casa do tio, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, e contou como Eliza havia sido sequestrada e morta.
O homem que preferiu não se identificar disse ainda duas das três ameaças de morte que recebeu depois que revelou o crime à imprensa foram por telefone.
- Eles disseram para mim: "Aí, mané, não adianta. Tu vai ser o próximo".
O homem foi incluído provisoriamente no programa de proteção à testemunha. Na semana passada, um homem que morava em uma casa onde ele já havia vivido foi assassinado.
A mãe do adolescente chegou a Belo Horizonte no final da tarde de quinta e seguiu de aeroporto para a casa da avó de Bruno, sua mãe.
Também foi interrogado pela polícia na quinta-feira (15) o ex-policial civil Marcos aparecido dos Santos, conhecido como Bola. Ele é suspeito de ter estrangulado e esquartejado o corpo de Eliza.
Ele deixou o Departamento de Investigações de Belo Horizonte por volta das 20h escoltado pela polícia e seguiu direto para a penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem (MG).
Nem a polícia, nem o advogado do suspeito falaram com a imprensa. Quando Bola chegou no local, ele negou todas as acusações feitas contra ele.
Quebra de sigilo telefônico
A Justiça decretou a quebra do sigilo telefônico de Bruno e de outros três suspeitos de envolvimento no caso: Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, Flávio Caetano Araújo e o adolescente de 17 anos, primo do goleiro.
O pedido foi feito pela delegada Alessandra Wilke, da Delegacia de Homicídios de Contagem. Com isso, a polícia pretende cruzar os telefonemas feitos entre os suspeitos.
Anteriormente, a juíza Marixa Rodrigues já havia determinado a quebra dos sigilos telefônicos da ex-mulher do goleiro Bruno, Dayanne Souza, de Eliza Samudio e de Luiz Henrique Romão, o Macarrão.
Tio de adolescente
O tio do adolescente de 17 anos disse, em entrevista a uma emissora de televisão na quinta-feira (15), que uma namorada de Bruno, a dentista Ingrid Calheiros, 24 anos, ligou para o adolescente e perguntou onde ele estava. A ligação foi feita no dia em que o jovem chegou à casa do tio, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, e contou como Eliza havia sido sequestrada e morta.
O homem que preferiu não se identificar disse ainda duas das três ameaças de morte que recebeu depois que revelou o crime à imprensa foram por telefone.
- Eles disseram para mim: "Aí, mané, não adianta. Tu vai ser o próximo".
O homem foi incluído provisoriamente no programa de proteção à testemunha. Na semana passada, um homem que morava em uma casa onde ele já havia vivido foi assassinado.
R7
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