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sexta-feira, 25 de junho de 2010

• BRASIL: Mais de 8.000 escolas cancelam aulas por jogo do Brasil

Suspensão atinge colégios da rede municipal e estadual de SP, além de oito faculdades

Todas as escolas públicas municipais e estaduais de São Paulo (cerca de 8.100) tiveram as aulas suspensas nesta sexta-feira (25) por conta do jogo do Brasil contra Portugal pela Copa do Mundo, às 11h.

No caso da rede municipal, um decreto foi lançado em maio pelo prefeito Gilberto Kassab prevendo a suspensão para os jogos da primeira fase. Depois que o Brasil se classificou para as oitavas de final, a prefeitura lançou nova norma estendendo a suspensão até o fim da Copa.

As aulas ocorrem normalmente no turno em que não houver jogo - nas 2.800 escolas da cidade de São Paulo, por exemplo, alunos que estudarem à tarde terão que ir para a escola, diz a Secretaria de Educação.

No caso das escolas estaduais - mais de 5.300 em todo o território paulista - uma resolução de 16 de junho da Secretaria Estadual da Educação defininiu que o expediente só vai começar após os jogos. No caso desta sexta, a partir das 14h. Ambas as redes afirmam que vai haver reposição das aulas perdidas e que cada colégio vai definir as datas para que isso ocorra.

Universidades

Pelo menos oito universidades também vão suspender as aulas durante o jogo do Brasil. Cinco delas são públicas e duas, particulares.

No caso da USP (Universidade de São Paulo), as atividades acadêmicas estão suspensas nos sete campi da instituição – São Paulo, Bauru, Ribeirão Preto, São Carlos, Piracicaba, Lorena e Pirassununga.

As aulas dadas à tarde e à noite ficam a critério de cada curso, portanto os alunos devem ligar ou comparecer na secretaria de sua faculdade para checar se haverá classes. Ainda não há decisão sobre como ocorrerá a reposição das aulas.

Na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) haverá um intervalo nas aulas entre 10h30 e 14h pra que os alunos possam assistir os jogos. Já na Unesp (Universidade Estadual de São Paulo), estudantes estão dispensados das aulas pela manhã, mas quem estuda à tarde terá atividades normais.

A maioria das universidades particulares do Estado não deve dar aulas devido ao jogo, afirma o Semesp (sindicato que representa as faculdades privadas em São Paulo).

Fonte: R7

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